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terça-feira, 2 de junho de 2009

Adultos devem saber ser pais para sempre

Conferência analisou impacto do divórcio nas crianças
Adultos devem saber ser pais para sempre

Os adultos devem saber ser pais para sempre. A mensagem foi deixada ontem por Paula Cristina Martins, professora auxiliar no Instituto de Estudos da Criança da Universidade do Minho, numa conferência que analisou o impacto do divórcio nas crianças.
No encontro — que reuniu especialistas que se dedicam à investigação, à intervenção clínica e prática judiciária junto de crianças em contexto de ruptura conjugal —, a docente referiu que, apesar do falhanço do projecto conjugal, os pais devem salvaguardar a estabilidade e a continuidade da vida dos filhos.
Texto, Marta Encarnação
Foto,
Publicado a 02-06-2009

Fonte: http://diariodominho.pt/noticia.php?codigo=35010

quinta-feira, 23 de abril de 2009

CIES e-Working Papers sobre: genéro, conjugalidade, casamento, família, filhos

Download WP nº 67/2009

A maçã de Eva: formas de conjugalidade no cinema português contemporâneo, Susana Santos

Download WP nº 66/2009

Olhar os quadros que nos enquadram a visão: perspectivas teóricas sobre a prostituição e as prostitutas, Bernardo Coelho

Download WP nº 65/2009

Mixed marriages between European free movers, Sofia Gaspar

O lugar do género, dos homens e das mulheres na sociologia portuguesa: uma análise a partir da Associação Portuguesa de Sociologia e seus congressos, Elisabete Rodrigues

Download WP nº 54/2008

A representação visual dos géneros. Uma análise a partir das revistas de segmento masculino, Elisabete Rodrigues

Download WP nº 44/2008

De Johnny Guitar à incerteza implícita no novo: a vida de todos os dias como compasso da mudança das relações de género na família, Bernardo Coelho

Download WP nº 43/2008

Do ganha-pão à valorização pessoal: a centralidade do trabalho na vida dos indivíduos, Diana Maciel e Ana Cristina Marques

Download WP nº 41/2008

‘Viver em amor…’ ou ‘sentir-se sufocado’? Diferenças de classe social, região e género, Diana Maciel

Download WP nº 39/2008

«Eu gosto muito do meu filho mas…» Parentalidades entre o desejo e a realidade, Ana Cristina Marques

Download WP nº 32/2007

A primeira relação sexual: contextos e significados, Ana Cristina Marques

Download WP nº 22/2007

A parentalidade experimentada no masculino: as vivências da paternidade, Rita Veloso Mendes

quarta-feira, 22 de abril de 2009

"Os filhos do divórcio"


Debate conduzido por Rodrigo Guedes de Carvalho (SIC)

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

A nova e crescente realidade sobre a conjugalidade no espaço Europeu

Estudo: Um retrato dos solteiros europeus

6 de Fevereiro de 2008, por Filipe Pacheco

O casamento, outrora uma instituição basilar nas sociedades ocidentais, deixou de ser encarado como uma prioridade para os solteiros europeus, já que apenas 33% admitem a hipótese de vir um dia a casar. Dessa forma, e embora prefiram a estabilidade de uma relação estável, não entendem que a oficialização do vínculo seja fundamental para a vida conjugal. Os números são avançados pela Parship, baseada nas respostas de 13 mil pessoas, provenientes de 13 países europeus. A desilusão e a perda da independência são outros dos factores que, segundo estudo, explicam o desinteresse dos cidadãos europeus em relação ao casamento. De acordo com alguns dados desta pesquisa, 35 % dos inquiridos diz que já passaram por experiências menos positivas numa relação, enquanto que três em cada dez afirmam que assumir um compromisso conjugal significa a perda de independência. Já 12 % das pessoas que compõem a amostra confessam não ter tempo para qualquer tipo de relação. Outros existem que preferem manter-se solteiros por via da sua personalidade insegura, o que é expresso pelos ciúmes que sentem pelo parceiro e pela vontade de controlar a vida da pessoa com quem possam eventualmente adquirir um laço conjugal. Os europeus também se mostram mais exigentes na altura de escolherem um parceiro. A honestidade, o optimismo e a fidelidade são alguns dos valores mais apreciados por 91 % dos homens e 94% das mulheres. A boa aparência, uma carreira profissional de sucesso e a simpatia são outras características que as pessoas valorizam no parceiro. No que respeita à aparência física, as mulheres parecem não apreciar os carecas, já que 89% dizem rejeitar homens com essas características. O aspecto descuidado é outra das características que as mulheres não apreciam nos homens - 74% dizem-se incomodadas. Já a maioria dos homens nutre preferência por mulheres vaidosas (76%).

O último número realizado pelo Eurostat, em 2002, dava conta que existem cerca de 160 milhões de solteiros na Europa. E este estudo veio revelar alguns aspectos que contribuem para estes números. O incremento do nacionalismo é uma das dimensões salientadas, já que três quartos dos europeus dizem ter preferência por pessoas com a mesma nacionalidade, e quatro em cada cinco recusar-se-iam unir a alguém com uma orientação religiosa diferente. Já 73% também encaram com dificuldade a possibilidade de vir a estabelecer uma relação com um parceiro que tenha filhos de uma relação anterior. Por último, a maioria dos solteiros europeus diz ter pouca experiência em namoros. Em média, revela esta pesquisa, tiveram duas relações sérias ao longo da vida e, no último ano, confessam não ter tido nenhum relacionamento sério. A pesquisa incidiu sobre pessoas dos 18 aos 59 anos.

http://www.meiosepublicidade.pt/2008/02/06/estudo-um-retrato-dos-solteiros-europeus/

Empresa que encomendou o estudo: http://www.parship.co.uk/