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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

RETHINKING PARENTAL ALIENATION AND REDESIGNING PARENT-CHILD ACCESS SERVICES FOR CHILDREN WHO RESIST OR REFUSEVISITATION

Rethinking Parental Alienation and Redesigning Parent Child

Ten Tips for Divorcing Parents

Ten Tips for Divorcing Parents

Divorce is never easy on kids, but there are many ways parents can help lessen the impact of their break-up on their children:
Never disparage your former spouse in front of your children. Because children know they are "part mom" and "part dad", the criticism can batter the child's self-esteem.

Do not use your children as messengers between you and your former spouse. The less the children feel a part of the battle between their parents, the better.

Reassure your children that they are loved and that the divorce is not their fault. Many children assume that they are to blame for their parent's hostility.

Encourage your children to see your former spouse frequently. Do everything within your power to accommodate the visitation.

At every step during your divorce, remind yourself that your children's interests – not yours – are paramount, and act accordingly. Lavish them with love at each opportunity.

Your children may be tempted to act as your caretaker. Resist the temptation to let them. Let your peers, adult family members, and mental health professionals be your counselors and sounding board. Let your children be children.

If you have a drinking or drug problem, get counseling right away. An impairment inhibits your ability to reassure your children and give them the attention they need at this difficult time.

If you are the non-custodial parent, pay your child support. The loss of income facing many children after divorce puts them at a financial disadvantage that has a pervasive effect on the rest of their lives.

If you are the custodial parent and you are not receiving child support, do not tell your children. It feeds into the child's sense of abandonment and further erodes his or her stability.

If at all possible, do not uproot your children. Stability in their residence and school life helps buffer children from the trauma of their parent's divorce.

Parent Alienation Syndrome Revisited

Parent Alienation Syndrome Revisited

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS SOBRE A ALIENAÇÃO PARENTAL .:: 2ª fase de filmagens ::.




Um grupo de associados da Associação Pais para Sempre, com a apoio da escola Restart e de outras instituições (como a ACOLHER e o IMF), estão a elaborar um documentário sobre o fenómeno da Alienação Parental em Portugal.
Este projecto tem como referência o documentário brasileiro intitulado 'A Morte Inventada', sobre a mesma temática, tendo como proposta os testemunhos dos envolvidos directamente neste fenómeno (filhos e progenitores), bem como dos profissionais da justiça, assistentes sociais e académicos especialistas nesta área.



O documentário propõe-se contribuir para a reflexão deste assunto entre os pais, psicólogos, advogados, juízes, promotores do ministério público, assistentes sociais, pediatras e todos os envolvidos neste drama familiar.
Tem igualmente como objectivo chamar à atenção dos legisladores da República Portuguesa, responsáveis públicos pelas áreas da Família e Justiça, profissionais da área da Saúde e a população em geral, de forma a criarem-se instrumentos preventivos de tais comportamentos por parte dos progenitores.




O Síndrome de Alienação Parental foi pela primeira vez identificado pelo psiquiatra norte-americano Richard Gardner (1985), no qual se identificam comportamentos por parte de um pai / mãe em manipular o seu filho com a intenção de predispô-lo contra o outro progenitor,  cada vez mais frequente depois de um divórcio ou separação e mesmo em famílias não separadas.


Este Síndrome é característico em crianças que estejam envolvidos no processo de divórcio/separação, visto que é provocada pelo progenitor responsável pela alienação, mediante uma mensagem e uma programação, constituindo o que normalmente se denomina lavagem cerebral. As crianças que sofrem desta Síndrome, desenvolvem um ódio patológico e injustificado contra o pai ou mãe alienado, e tem consequências devastadoras para o desenvolvimento físico e psicológico destes. Consequentemente a Síndrome afecta também a familiares do progenitor alienado, como avós, tios, primos, etc. Outras vezes, sem chegar a sentir ódio, a SAP provoca nos filhos uma deterioração da imagem do progenitor alienado, resultando em valores sentimentais e sociais menores do que aqueles que qualquer criança tem e necessita: o filho(a) não se sente orgulhoso de sua mãe ou pai como as demais crianças. Esta forma mais subtil, que se valerá da omissão e negação de tudo o que se refere à pessoa alienada, não produzirá danos físicos nos menores, mas sim no seu desenvolvimento social e psicológico a longo prazo, em particular na idade adulta exercerem o papel de pai ou mãe.




DEPOIS DA PRIMEIRA FASE DE FILMAGENS REALIZADA EM INICIO DE OUTUBRO, PROCURAMOS PARA UMA SEGUNDA FASE, NOVOS CASOS, ESPECIALMENTE DE VITIMAS FEMININAS E FILHO(A)S ADULTOS VITIMAS DE ALIENAÇÃO PARENTAL, DO NORTE AO SUL DO PAÍS, QUE QUEIRAM DAR O SEU TESTEMUNHO NESTE DOCUMENTÁRIO, SENDO GARANTIDO AS SEGUINTES QUESTÕES:




- Será realizado um contrato contendo os termos e condições da participação no documentário.
- Todos os entrevistados têm a possibilidade de serem ouvidos anonimamente com garantias de confidencialidade e discrição.
- São dadas todas as garantias de anonimato às crianças filhas dos pais inquiridos, sempre que seja solicitado.
- Aos entrevistados será dada a garantia de que terão a possibilidade de visionar e editar o seu material antes da versão final ser publicada.


As entrevistas/filmagens desta segunda fase ainda se encontram em fase de marcação.
A Equipa Editorial deste documentário é constituída por: Alexandre Azinheira (realizador), Ana Luísa (Psicóloga), Bárbara Bettencourt (Jornalista), Fernando Sequeira (Pais para Sempre), Patrícia Portela (Assistente Social),  Ricardo Simões (Pais para Sempre), Sandra Alves (Mediadora Familiar/Pais para Sempre)


Para participar neste documentário ou qualquer outra informação deverá contactar:
Ricardo Simões

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

terça-feira, 1 de setembro de 2009

ALIENAÇÃO PARENTAL no programa SHOW+ (Brasil)

ALIENAÇÃO PARENTAL no programa SHOW+ (Brasil)

http://www.redetvmais.com.br/showmais/index.asp?dia=17&mes=8&ano=2009

- Juiz do trabalho, responsável pelo projeto de lei de Alienação Parental - Elizio Luiz Perez

- Advogada especialista em direito da família - Dra. Sandra Regina Vilela

- Psicóloga - Olga Tessari

sábado, 15 de agosto de 2009

Separados dos filhos, pais pedem direitos iguais na Justiça

Separados dos filhos, pais pedem direitos iguais na Justiça

09/08 - 09:41 - Luísa Pécora, repórter do Último Segundo


A semana foi especialmente cansativa para Marcos*, 31 anos, que em fevereiro viu seu filho pela última vez. Desde a última segunda-feira, ele diz passar noites em claro pensando no garoto, que completou quatro anos em julho. “A proximidade do Dia dos Pais aumenta minha angústia e o sentimento de revolta”, afirma ele, para quem este domingo não será de celebração.

Marcos é um dos pais brasileiros que lutam na Justiça para ter o direito de ver seus filhos. Após um processo de separação amigável, há dois anos, ficou acertado que ele teria direito a ver o filho a cada 15 dias, durante todo um fim de semana.

O novo casamento de Marcos, porém, complicou seu relacionamento com a ex-mulher. Depois de sucessivos desentendimentos, em fevereiro ela registrou uma denúncia na delegacia da mulher na qual acusava o ex-marido, que é policial militar, de ter molestado a criança sexualmente.

Antes que o exame de corpo de delito ficasse pronto, uma liminar do Ministério Público impediu Marcos de ver a criança. Nem a contestação da denúncia e nem o resultado negativo do laudo, divulgado há dois meses, resolveram a questão. A liminar está mantida até a realização de uma perícia psicológica, que não tem data para ser feita. “Eu provei minha inocência, mas mesmo assim fui condenado a passar o Dia dos Pais sem meu único filho”, lamenta.

Sem manter nenhum tipo de contato com a criança, Marcos diz que, no início, suas maiores preocupações eram a saudade do garoto e a revolta causada pela denúncia da ex-mulher. “Se para um policial militar ser acusado de abuso sexual já é grave, contra o próprio filho é algo torturante”, afirma ele. “Mas essa era uma preocupação egoísta. Antes eu pensava em mim, na falta que eu sentia do menino. Agora, penso no mal que tudo isso está causando a ele.”

Para tentar reverter a proibição, Marcos contratou um advogado e uma assistente técnica judiciária que vai acompanhar e fiscalizar a perícia psicológica exigida pelo Ministério Público. A contratação da profissional se deve à convicção de que a Justiça é tendenciosa para o lado da mulher. “A mãe está sempre certa, independentemente do que faça”, afirma o policial.

Para o administrador de empresas Antônio*, 47 anos, neste tipo de disputa a sociedade e a Justiça veem os homens com preconceito. “A coisa mais linda do mundo não é a maternidade e, sim, a paternidade, incluindo aí o pai e a mãe”, afirma. “Não quero desmerecer a mulher, mas também não podemos continuar desmerecendo a figura do pai. Está na hora de o nosso judiciário se adaptar à realidade do século 21 e fazer valer que todos são iguais perante a lei.”

Antônio também vai passar o Dia dos Pais longe dos filhos. Em junho de 2007, ele e a então mulher deram entrada no divórcio que, em pouco tempo, deixou de ser amigável e passou para o litigioso. Naquele ano, uma ordem judicial movida por ela determinou seu afastamento do lar. Segundo Antônio, a ação o acusava de ser alcoólatra e ter um temperamento “inconstante e agressivo, que comprometia a sexualidade dos filhos”.

Derrubar a ordem judicial seria apenas o primeiro obstáculo: no mesmo ano, a mulher se mudou com as crianças para Blumenau, a mais de 600 km de distância de São Paulo, onde a família vivia até então. Hoje, ele luta pela guarda dos filhos e, após mover uma cautelar de visitas, assegurou o direito de vê-los durante um fim de semana, a cada 15 dias. Na prática, porém, eles só se reencontram a cada três ou quatro meses. “Para ir até Blumenau, gasto com avião, hospedagem, aluguel de carro, alimento”, explica ele. “Portanto, só os vejo quando as finanças permitem, e, mesmo assim, por força de cautelar.”

Além de falar com as crianças semanalmente, pela internet ou por telefone, em 2009 ele conseguiu levá-los para São Paulo durante alguns dias das férias de janeiro e julho. Como o último encontro foi no mês passado, Antônio não vai conseguir pagar uma nova viagem e estar com os filhos no Dia dos Pais. Questionado se tem planos para a data, ele responde: “além de chorar, não.”

O primeiro Dia dos Pais do comerciante Marcelo*, 42 anos, também não será como o planejado. Há vinte dias ele está impedido de encontrar a filha de seis meses. A determinação, por enquanto, não é da Justiça e sim da ex-namorada. Os dois, que nunca foram casados, passaram a ter sérios desentendimentos depois de Marcelo manifestar a vontade de compartilhar a guarda da criança.

O comerciante já entrou com uma liminar para poder ver a menina, mas, segundo ele, o documento “não foi entendido” pela Justiça. Por isso, ele deu início a uma nova ação. “Não quero ser pai de fim de semana”, afirma Marcelo. “Mesmo sem ter casado, sempre acompanhei tudo, fui ao médico, troquei fralda, estou completamente preparado para cuidar da minha filha. Não tem nada que a mãe faça que eu não possa fazer tão bem ou melhor.”

Situações como estas fazem com que muitos pais defendam a regulamentação da chamada síndrome da alienação parental, caracterizada quando, após a separação, o pai ou a mãe atua para que o filho rejeite o ex-parceiro.

Em julho, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara aprovou um projeto de lei que pune o pai ou a mãe que adotarem este tipo de conduta, com penas que vão de multas até a perda da guarda. O projeto ainda terá de ser votado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o que deve acontecer ainda em agosto.

Repercussão internacional

Mas e quando a briga pela guarda de uma criança não é entre pai e mãe, e, sim, entre pai biológico e padrasto? É o caso do menino S.G., 9 anos, protagonista de uma disputa que envolve Brasil e Estados Unidos.

Em 2004, a brasileira Bruna Bianchi, mãe do garoto, deixou os Estados Unidos, onde vivia com o ex-marido, David Goldman. No Brasil, ela se casou com o advogado João Paulo Lins e Silva, com quem passou a criar o filho. Após sua morte, em 2008, seus pais se tornaram responsáveis pelo menino que, este mês, deve ter seu destino decidido pelo Supremo Tribunal Federal.

Como S.G. permanecerá no Brasil até o fim do processo, neste Dia dos Pais é David Goldman quem estará sem ele. Lins e Silva passará o domingo com o filho, embora ciente da possibilidade de que no fururo o drama de estar longe da criança passe a ser dele.

“Passei todos os Dias dos Pais com S., desde seu retorno ao Brasil, assim que completou 4 anos. Em todos ganhei presentes feitos na escola com os dizeres: ‘para o melhor pai do mundo’”, contou Lins e Silva ao Último Segundo. “Este ano não vai ter presente de escola por causa da “gripe suína”. E porque ele está ficando mais velho, não sei se fazem mais aqueles desenhos e coisinhas”, explica. “Mas comemoraremos da mesma maneira como todos os anos: com muita alegria e mais unidos do que nunca.”

Austríaco se despede do filho em aeroporto

Austríaco se despede do filho em aeroporto

Outro caso recente de repercussão internacional foi o do austríaco Sascha Zanger. Sua filha, Sophie, de 4 anos, morreu em junho deste ano no Rio de Janeiro, uma semana após ser internada com trauma cranioencefálico e hematomas pelo corpo. A tia da criança, Geovana dos Santos, de 42 anos, e a filha dela, Lílian dos Santos, de 21 anos, foram indiciadas por crime de tortura seguido de morte.

Depois de um mês no Brasil, no final de julho Zanger embarcou de volta para Viena, capital da Áustra, sem conseguir levar para casa o filho R., de 12 anos, ou liberar o corpo da filha para ser enterrado.

Na época, ele se disse "muito decepcionado". “Meu grande erro foi confiar na Justiça brasileira. Hoje, me culpo por não ter tirado minhas crianças à força daqui, colocado em um carro e ter parado só no Uruguai ou na Argentina e de lá para a Áustria. Assim minha filha estaria viva hoje”, disse.

A mãe das crianças, Maristela dos Santos Leite, tem problemas psiquiátricos e está internada. Segundo Zanger, ela já estava doente quando veio com os filhos da Áustria, em janeiro de 2008, sem o consentimento dele, para morar com a irmã Geovana.

Maristela acusou Zanger de abuso sexual das crianças, fato que pai e filho negam, mas isso fez com que a Justiça mantivesse as crianças no Brasil, dando a guarda delas provisoriamente a Geovana.

Ao se despedirem, no aeroporto, pai e filho disseram esperar um reencontro para agosto, pois Zanger quer que R. retome as aulas no começo de setembro, quando se inicia o ano letivo austríaco. A batalha continua.


* A pedido dos entrevistados, os nomes citados nesta reportagem foram trocados. A reportagem tentou entrar em contato com David Goldman, mas não obteve retorno de seus advogados.

sábado, 8 de agosto de 2009

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

I congreso internacional sobre Síndrome de Alienación Parental, León (España), 17, 18 y 19 de septiembre de 2009

ASOCIACIÓN NACIONAL DE AFECTADOS POR EL SÍNDROME DE ALIENACIÓN PARENTAL EN ESPAÑA

I congreso internacional sobre Síndrome de Alienación Parental, León (España), 17, 18 y 19 de septiembre de 2009.

Organiza SOSPAPA

http://www.sospapa.es

Información e inscripciones.

http://www.congresointernacionalsap.org/

Programa

http://lacomunidad.elpais.com/blogfiles/antoniopegaso/1%C2%BACongresoInternacionalsobreSAP.pdf

http://www.congresointernacionalsap.org/Programa.pdf

http://www.congresointernacionalsap.org/programa.html

I congreso internacional sobre Síndrome de Alienación Parental, León (España), 17, 18 y 19 de septiembre.

Jueves, 17/09/2009

15:30 a 16:15 h ENTREGA DE ACREDITACIONES Y DOCUMENTACIÓN

• 16:15 /17:00 h. CONFERENCIA INAUGURAL: Por D. Antonio Luengo Dos Santos. Doctor en Medicina - Investigador / Comunidad de Madrid. Título: "Derivaciones sociales de las leyes que afectan a menores"

• 17:00 /17:15 h.

Coloquio.

• 17:30 h.

Inauguración Oficial a cargo de las Autoridades invitadas.

• 18:15 /18:30 h.

Pausa Café

• 18:30 /19:15 h. 1ª Conferencia:

Por D. Bernabé Tierno Jiménez. Psicólogo, Pedagogo y Escritor / Madrid. Título: "Influencia del S.A.P. en las diferentes etapas evolutivas y su implicación en el entorno escolar".

• 19:00 /19:45 h. 2ª Conferencia:

Por D. Ignacio Bolaños. Profesor de Psicología de la U.C.M. (Universidad Castilla-La Mancha). Autor del libro: "Hijos alienados y Padres alienados". Título: "Desalienación familiar"

• 20:00 h. Fin de la Iª Jornada

.

Viernes 18/09/2009

09:00 a 09:30 h APERTURA DE LAS JORNADAS Y ENTREGA DE DOCUMENTACIÓN

• 09:30 /09:50 h. 3ª Conferencia:

por D. Francisco Zugasti Agui, Presidente de al asociación Pro Justicia - Madrid. Título: "Radiografía actual de las actuaciones en los juzgados de familia".

• 09:50 /10:15 h. 4ª Conferencia:

por D. Rafael Santiago de la Torre, Psicólogo Forense y experto en Psicología Jurídica - Madrid. Título: "Custodia Compartida como Prevención".

• 10:15 /10:30 h.

Coloquio.

• 10:30 /11:15 h.

5ª Conferencia: Por Dr. Med.W.von Boch-Galhau. ALEMANIA. Título: "Parental Alienation Syndrom-Psychische folgen der PAS-induktion fur enwachsene Scheidungskinder". »Consecuencias Psiquicas de la inducción del sap en niños adultos de padres separados ».

- Presenta D. José Manuel Aguilar Cuenca,

- Traducción simultánea Dr. José Miguel Presa Pereira E.O.I. León

• 11:15 /11:30 h.

Coloquio.

• 11:30 /12:00 h.

Pausa Café

• 12:00 /12:45 h.

6ª Conferencia: Por Dª. Mª Jesús Mardomingo. Jefa del Servicio de Psiquiatría y Psicología Infantil del Hospital G.U. Gregorio Marañón y Profesora Asociada de la Universidad Complutense (Madrid). Título: "Psicopatología en los hijos de padres separados".

• 12:45 /13:00 h.

Coloquio.

• 13:00 /13:45 h.

7ª Conferencia: Por Dª Alicia Pedrazuela González León, Psicóloga y Dª Rosario Pacho Pacho León, Trabajadora Social. Título: "Aproximación al ejercicio profesional adscrito al Juzgado Decano de León"

Presenta Dña. Tamara García Gordón

• 13:45 /14:00 h. Coloquio.

• 14:00 /16:30 h.

Almuerzo

• 16:30 /17:15 h.

8ª Conferencia Por Dª Arantxa Coca y Doménech Luengo. Psicólogos Investigadores en SAP – Barcelona. : Título: "Hijos manipulados tras la separación".

- Presenta D. Juan Carlos Presa Pereira

• 17:15 /17:30 h: Coloquio

• 17:30 /18:15 h. 9ª Conferencia: Por D. J. Michael Bone, Ph.D., P.A. EE.UU, Florida. Clinical Assiate, American Board of Medical Psychoterapists and Psychodiagnosticians. Título "Modelos de tratamienmto para niños alienados".

- Presenta Dª. Asunción Tejedor Huerta

- Traducción simultánea Dr. Miguel Angel Miguel Miguel E.O.I. León

• 18:15 /18:30 h.

Coloquio.

• 18:30 /19:00 h.

Pausa Café

• 19:00 /19:45 h. 10ª Conferencia: P

or D. Paulino Castells Cuixart, Doctor en medicina y cirugía por la universidad de Barcelona, especialista en pediatría, neurología y psiquiatríal.

Título"Separarse Bien".

• 19:45 /20:00 h: Coloquio

• 20:15 h. Final IIº Jornadas

Sábado 20/09/2009

• 09:30 /10:15 h.

11ª Conferencia: Por D. Julio Bronchal Cambra Psicólogo e investigador. Título "Crítica al Informe Pericial Psicológico". Y Dª Asunción Tejedor Huerta (Psicóloga e Investigadora – Asturias) presenta dos casos reales de SAP.

• 10:15 /10:30 h.

Coloquio.

• 10:30 /11:15 h.

12ª Conferencia: Por D. Francisco José Fernández Cabanillas. Profesor Dr. de la Universidad de Castilla La Mancha, Profesor Titular de Hacienda Pública, Ldo. En Derecho, Presidente de la Asociación Nacional de afectados del S.A.P. Título: "Análisis económico del derecho de las rupturas familiares con menores en España"

• 11:15 /11:30 h.

Coloquio.

• 11:30 /12:00 h.

Pausa Café.

• 12:00 /12:45 h.

13ª Conferencia: Por Ilmo. Sr. D. Emilio Calatayud, Magistrado Juez de Menores de Granada. Título: "Alternativas a las conductas violentas de los menores y posibles soluciones".

• 12:45 /13:00 h.

Coloquio

• 13:00/14:00 h.

MESA REDONDA: Título: "¿La Justicia, La Educación y la Psicología, van en la misma dirección? – Modera: Dª Pilar Morales Ibáñez

Ilma.Sra. Dª. Mª Pilar Gonzálvez Vicente. Magistrada Juez y Letrada del Consejo General del Poder Judicial.

Ilmo.Sr. D. Juan Carlos Suárez Quiñones. Juez Decano de León

Ilmo.Sr. D. Angel Luis Campo Izquierdo. Magistrado Juez de Familia de Gijón

Sra. Dª. Asunción Tejedor Huerta. Psicóloga especialista en Familia – Asturias. Representante en España de la Asociación Iberoamericana de Psicología Jurídica.

Sr. D. José Manuel Aguilar Cuenca. Psicólogo especialista en Familia y S.A.P.- Córdoba

• 14:00 /14:15 h.

Coloquio.

• 14:15 /16:15 h.

Almuerzo

• 16:30 /17:45 h.

Mesa Redonda: Título "La colaboración procesal de los jueces en el S.A.P". Modera: D. Fernando García García , abogado de León

Ilmo.Sr. D. Francisco Serrano. Magistrado Juez de Sevilla

Sr. D. Marcos García Montes. Abogado - Madrid. Miembro de I.B.A. Unión Internacional de Abogados e Instituto de Abogados de Europa.

D. Luis Zarraluqui

. Abogado de Familia – Madrid. Presidente de Honor del Colegio de Abogados de Familia.

Dª Raquel Rodríguez Rodríguez

, Abogada del Colegio de Abogados de León

Dª Ana Corral Martín

. Psicoterapeuta familiar - León.

D. Javier Pérez Roldán y Suances-Carpegna

. Abogado - Madrid.

• 17:45 /18:00 h.

Coloquio.

• 18:00 /18:15 h.

Pausa Café.

• 18:15 /19:00 h. 14ª Conferencia:

Por Ilmo. Sr. D. Vicente Ortega Llorca. Magistrado Juez de la Sección 6ª de la Audiencia Provincial de Valencia. Título: "La Custodia Compartida como derecho de los niños, y solución al S.A.P.".

• 19:00 /19:15 h.

Coloquio.

• 19:15 /19:45 h. A

Acto de Clausura del Congreso a cargo de las Autoridades invitadas.

• 19:45 /20:00 h.

Entrega de Diplomas.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Fathers aren't dispensable just yet

22 July 2009
by Linda Geddes
Magazine issue 2718

YOU may be tempted to think men are becoming an optional extra in the mating game, but biochemical evidence in mice and people suggests that fathers may play a key role in the rearing of offspring.

Previous studies have hinted at the importance of fathers in child-rearing. Some have shown that girls reach puberty younger, become sexually active earlier and are more likely to get pregnant in their teens if their father was absent when they were young. Others have suggested that the sons of absent fathers display lower intimacy and self-esteem.

To investigate the biological basis of such differences, Gabriella Gobbi at McGill University Health Centre in Montreal, Canada, and colleagues turned to "California mice", which, like people, are monogamous and tend to rear their offspring together.

The researchers removed the fathers but not the mothers from some of the mouse pups, from three days after birth until they were weaned at 30 to 40 days old. Then they looked at the activity of brain cells in the prefrontal cortex, an area involved in social interaction and expression of personality, in response to the hormone oxytocin and other neurotransmitters, including serotonin, dopamine and NMDA.

Cells in pups deprived of fathers had a blunted response to oxytocin - the "cuddle chemical", which is normally released during social interactions and pair bonding. They also had an increased response to NMDA, which is involved in memory.

The fatherless mice were also less interested in engaging with other mice. "Usually if you put two animals in the same cage they investigate and touch each other, but when we put two animals deprived of a father together they ignored each other," says Gobbi. Her colleague Francis Bambico presented the work at the World Congress of Biological Psychiatry in Paris, France, in early July.

Whether there are also biochemical differences between the brains of human children with present and absent fathers is not known. Michael Meaney, who studies the effects of maternal care at McGill, advises caution when applying the mouse results to people. In California mice it is the father that licks the pups most, he says. Since grooming affects pup development, it could be a lack of this, rather than anything else specific to the father, causing the brain changes.

There is, however, evidence that when men become fathers they undergo biochemical changes that affect their behaviour. Ruth Feldman of Bar-Ilan University in Ramat-Gan, Israel, visited 80 couples shortly after childbirth and again after six months, and found that the transition to parenthood was associated with increased oxytocin not only in mothers but also in fathers, compared with single, childless people.

Oxytocin levels in the parents also had different effects in each sex. Mothers with highest levels of the hormone engaged in more gazing at the infant, affectionate touching and speaking in a sing-song voice. Fathers with higher oxytocin played more with their child, who displayed more attachment to them than did kids whose fathers had lower oxytocin.

Higher oxytocin had different effects in each sex. Fathers engaged in more play with their child

"Fathers and mothers contribute in a very specific and different way" to infants' social and emotional development, says Feldman, who presented the results at a Society for Research in Child Development meeting in Denver, Colorado, in April. She says fathers may be "biologically programmed" to help raise children.


domingo, 26 de julho de 2009

“Filha, seu pai não ama você”

“Filha, seu pai não ama você”
Um projeto de lei e um documentário chamam a atenção para o drama dos pais separados que são afastados dos filhos por mentiras e manipulações da mãe
Martha Mendonça
André Arruda
ACERTO TARDIO
Rafaella, de 29 anos, com a foto do pai. “Fui usada como um fantoche por minha mãe. É triste.”
Dos 8 aos 26 anos, a publicitária Rafaella Leme odiou o pai. Motivo não havia. Mas isso ela só sabe hoje, aos 29. Quando fez 5 anos, seus pais se separaram. A mãe tinha sua guarda e a do irmão mais novo. Rafaella ainda tem a lembrança inicial de voltar feliz dos fins de semana com ele. Eram passeios no Aterro do Flamengo, de bicicleta ou de skate. Mas, assim que ele arrumou uma namorada, tudo mudou – a começar pelo discurso de sua mãe. “Ela passou a dizer o tempo todo que ele não prestava, que era um canalha e não gostava de verdade da gente. Era assim 24 horas por dia, como um mantra”, afirma. Rafaella acreditou. Mais: tomou a opinião como sua.

Quando Rafaella era adolescente, o pai mudou-se para o Recife, a trabalho. Nas férias, ele insistia para que os filhos o visitassem. “Eu tinha nojo da ideia. Só ligava para ele para pedir dinheiro, para mim era só para isso que ele servia”, diz. Tudo piorou quando a mãe veio com a informação de que ele estivera no Rio de Janeiro e não fora procurá-los. Durante dez anos, Rafaella cortou relações com o pai. Por mais que a procurasse, ela preferia não retornar. Até que ele parou de tentar. O laço já frágil que existia se rompeu. Aos 26 anos, ela foi fazer terapia. No divã, percebeu que não tinha motivo para não gostar do pai. Resolveu procurá-lo. “Foi uma libertação. Por mais dedicada que minha mãe tenha sido, ela nos fez de fantoches, de arma contra o ex-marido.” Com a aproximação do pai, foi a vez de a mãe lhe virar as costas. Só um ano depois voltaram a se falar. Rafaella se emociona todas as vezes que conta sua história. “Só quem passa por isso e se dá conta sabe a tristeza que é”, afirma.

O relato de Rafaella é parecido com o de muitos filhos de pais separados – com a diferença do desfecho. Nem todos chegam à revelação de que foram vítimas da síndrome da alienação parental. O termo foi cunhado na década de 80 pelo psicanalista americano Richard A. Gardner. Significa um distúrbio mental causado pela campanha de difamação do genitor que tem a guarda contra o outro. Mães, na maior parte dos casos, já que, no Brasil, elas detêm a guarda das crianças em 95% dos casos de separação. Pode acontecer de várias maneiras, de não passar telefonemas e suprimir informações médicas e escolares a inventar motivos para que as crianças não vejam o ex ou mudar de endereço sem avisar. O mais grave, no entanto, é, como definiu o próprio Gardner, a “programação” para que a criança passe a não gostar do genitor que não vive com ela, o que se dá por palavras, atitudes silenciosas ou pela implantação de falsas memórias.

O número de casos de alienação parental no Brasil e a grita dos pais chegaram a um nível tão alto que provocou o Projeto de Lei 4.053/2008, que no último dia 15 foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social da Câmara dos Deputados. O projeto, de autoria do deputado Régis Oliveira (PSC-SP), define e penaliza a alienação parental: o genitor que tentar afastar o filho do ex pode perder a guarda e, se descumprir mandados judiciais, pegar até dois anos de prisão. Há outros sinais de inquietação da sociedade com o assunto. Desde abril está sendo apresentado por todo o país o documentário A morte inventada. O filme, do cineasta carioca Alan Minas, de 40 anos, revela o drama de pais e filhos que tiveram seu elo rompido após a separação conjugal, além de apresentar a opinião de especialistas. Jovens falam de forma contundente e emocionada sobre como a alienação parental interferiu em sua formação. Pais dão testemunho sobre a dor da distância. Diante do inferno em que se transformaram suas vidas e da impotência diante disso, muitos desistiram – o que costuma ser o pior desfecho. Minas diz que foi o tema que o “escolheu”. Há mais de um ano ele foi afastado da filha, que hoje tem 10 anos. Sem entrar em detalhes, ele conta que sofre com a alienação clássica: campanha de difamação junto à criança, descumprimento da visitação e falsas acusações. “Como não encontrei voz como pai e cidadão, resolvi fazer o filme”, afirma. As salas de exibição têm estado cheias de pessoas com histórias parecidas. Nos debates e nas palestras que acontecem depois da apresentação do documentário, vítimas fazem questão de dar seu relato. A procura foi tamanha que A morte inventada saiu em DVD no mês passado.

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI84231-15228,00-FILHA+SEU+PAI+NAO+AMA+VOCE.html

quarta-feira, 22 de julho de 2009

terça-feira, 14 de julho de 2009

Quatro milhões em três meses para pensões de alimentos

CRIANÇAS

Quatro milhões em três meses para pensões de alimentos

por ANA TOMÁS RIBEIROHoje

Quatro milhões em três meses para pensões de alimentos

Todos os anos aumenta o número de menores que recebem pensão de alimentos pelo Fundo de Garantia da Segurança da Social, um apoio do Estado quando um dos elementos do ex-casal não paga. Mas podia crescer mais se a lei e a lentidão da justiça não dificultassem o acesso das famílias àquela ajuda, protegendo os pais faltosos, dizem juristas e famílias

Só nos primeiros três meses deste ano, mais de mil famílias pediram ajuda ao Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores, um apoio do Estado quando um dos elementos do ex-casal não paga a pensão de alimentos aos filhos. E nesse mesmo período, o Estado gastou mais de quatro milhões de euros a pagar pensões de alimentos de pais faltosos.

O número de pedidos a chegar ao fundo está a aumentar de ano para ano. Em 2008, foram 3130, mais 416 do que em 2007. Desde 2000, ao todo, 16 mil famílias recorreram ao fundo e os gastos atingiram 50 milhões de euros (ver infografia).

Um crescimento que o Ministério do Emprego e Solidariedade justifica com o facto de o fundo e a lei de garantia de alimentos se ter tornado mais conhecida dos cidadãos.

A verdade é que aqueles números ainda poderiam ser bem maiores se a lei e a lentidão da justiça não dificultasse o acesso das famílias ao fundo, protegendo os pais que "fogem" ao pagamento das pensões de alimentos dos filhos. Quem o diz são advogados, famílias e mesmo juízes, que defendem sanções para os prevaricadores e um maior equilíbrio entre garantia e eficácia da lei.

O fundo, criado em 1998 e gerido pelo Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, funciona como um reforço de protecção social para as crianças cujos pais "fogem" ao pagamento ou não têm condições para pagar as devidas pensões de alimentos. Isto deixando o outro progenitor com dificuldades económicas, em risco de não conseguir suportar as despesas normais das crianças que têm à sua guarda.

Mas o problema é que o acesso ao fundo parte sempre de uma decisão dos tribunais, onde os processos se arrastam muitos anos. E, muitas vezes, os menores atingem a maioridade sem nunca receberem pensão de alimentos. Foi praticamente isso que aconteceu com o processo relativo aos dois filhos de Rosa Torres. "A pensão de alimentos do Fundo de Garantia chegou quando faltava um mês para o Fábio, o mais velho, fazer 18 anos, e dois anos para o Cristiano atingir também a maioridade. O processo arrastou-se dez anos em tribunal", conta Rosa, de 41 anos, hoje mãe de seis filhos.

Em 1991, quando os pais de Fábio e Cristiano já estavam separados e decidiram requerer a regulação do poder paternal ficou determinado que o pai pagaria uma pensão de alimentos de cerca de 35 euros (na altura sete contos) por mês para cada filho. Só que nunca cumpriu. Desapareceu e, um ano depois, Rosa viu-se obrigada a regressar ao tribunal para participar do incumprimento e fazer avançar o processo para a fase seguinte (ver caixa). "A lei não está feita para proteger as crianças", diz Rosa.

"O facto é que a lei determina que só depois de esgotadas todas as possibilidades de o progenitor faltoso pagar as dívidas é que o tribunal pode avançar para o Fundo de Garantia", explica António Martins, presidente da Associação Sindical de Juízes. Trata-se, admite o juiz, de uma forma de poupar dinheiro ao Estado, mas também de fazer as pessoas assumirem o seu dever de pai e mãe (ver caixa).

Só que há pais, diz o juiz, que "fogem deliberadamente ao pagamento das pensão de alimentos", conta o desembargador do Tribunal da Relação, exemplificando: "Até se desempregam para não haver registos de rendimentos."

Por isso, alguns processos arrastam-se anos, até que os tribunais façam todas as diligências para encontrar o património do faltoso. "E, muitas vezes, quando se chega ao local para penhorar os bens já não está lá nada", diz António Martins.

"Esta lei de comparticipação de alimentos é uma vergonha. Porque beneficia os prevaricadores. Eu tratei de um caso que me chocou muito, pela forma como o tribunal agiu", contou ao DN Fidélia Proença de Carvalho, professora de Direito de Família e Menores (ver entrevista).

Na sua opinião, a lei deveria aplicar medidas sancionatórias efectivas para quem não cumpre os pagamentos, e os juízes deveriam olhar mais para os sinais exteriores de riqueza de alguns pais, que alegam não ter condições para pagar as pensões de alimentos.

Já Alexandre Sousa Machado, advogado de família, defende um limite temporal na lei para a realização das diligências para levar o faltoso a cumprir as obrigações. Passado esse prazo deve avançar- -se para o fundo. O advogado defende ainda existência de sanções para os faltosos: "A lei premeia quem usa de artimanhas para fugir às suas responsabilidade de pai."

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1307255