terça-feira, 17 de novembro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Novo Governo vai propor pacto para acelerar Justiça
Um milhão e meio de processos em tribunal
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
DOCUMENTÁRIO PORTUGUÊS SOBRE A ALIENAÇÃO PARENTAL .:: 2ª fase de filmagens ::.
Um grupo de associados da Associação Pais para Sempre, com a apoio da escola Restart e de outras instituições (como a ACOLHER e o IMF), estão a elaborar um documentário sobre o fenómeno da Alienação Parental em Portugal.
sábado, 15 de agosto de 2009
Advogados exigem diálogo com juízes
domingo, 9 de agosto de 2009
Psicanalista fala sobre a guarda compartilhada (Brasil)
TV Estadão | 19.5.2009
Em entrevista a Felipe Machado, a psicanalista Eliana Nazareth fala sobre o regime de divisão da responsabilidade na criação dos filhos, lei que completa um ano de existência no Brasil
sábado, 13 de junho de 2009
Tug of War
Tug of War
by Harvey Brownstone
Tug of War is the first book of its kind. Written by a sitting family court judge in layman’s language, it demystifies complex family law concepts and procedures, clearly explains how family court works, and gives parents essential alternatives to resolve their own custody battles and keep their kids out of the often damaging court system.
Breakup rates in North America are skyrocketing. Recent statistics say 45% of marriages end in divorce, and at the centre are countless children, thrust by their families into a complex and seemingly impermeable family court system. Tug of War explains the role of lawyers and judges in the family justice system, and examines the parents’ own responsibilities to ensure that post-separation conflicts are resolved with minimal damage to the children stuck in the middle of parental disputes.
Justice Harvey Brownstone explores themes that apply to all families and parents in conflict. He draws on fourteen years sitting on the family court bench to provide clear case examples with inclusive and accessible language. Tug of War describes alternatives to litigation and exposes the myth that parents can represent themselves without a lawyer in family court. Justice Brownstone discloses the inner struggles of parents, judges and lawyers in the maelstrom of marital conflict.
This book is a must-read for couples involved in or contemplating separation, family law judges, lawyers, mediators, parenting coaches, psychologists, family counselors, social workers, students and professors of family law at law schools. It is endorsed by judges currently sitting in Ontario and New York State.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Poder paternal está mais caro
Com o novo Regulamento das Custas Judiciais, os pais que pretendam fazer a regulação do poder paternal pagam mais do que antes da entrada em vigor da nova legislação.
Quem o garante é um juiz. A regulação do poder paternal custa agora mais do dobro do que antes da entrada em vigor do novo Regulamento das Custas Judiciais . O Ministério da Justiça contrapôe.
O novo Regulamento de Custas Judiciais entrou em vigor há um mês. Segundo o juiz de Direito do Tribunal de Família e Menores do Barreiro, António José Fialho, contempla um aumento das custas para os processos de regulação das responsabilidades parentais (regulação do poder paternal). Isto é, passa dos anteriores 100 a 200 euros ( em caso de acordo) e de cerca de 400 euros (quando chegavam a julgamento) para 612 euros a pagar por cada progenitor.
No entanto, o Ministério da Justiça (MJ) contrapõe, garantindo que não só estes processos podem ser resolvidos por 50 euros por cada parte, caso recorram ao sistema de Mediação Familiar, como com o novo regulamento o pagamento inicial se a opção for a via judicial será de 10 por cento do montante calculado, o que corresponde a 49,50 euros, para efeitos de pagamento antecipado de encargos e custas de parte.
Este valor, refere o MJ numa nota enviada à Lusa, é um mero adiantamento para despesas que depois será devolvido no final caso o processo não tenha encargos e custas de parte.
Contudo, segundo o juiz António José Fialho, todos os processos têm encargos e custas de parte, além de que estes processos têm de ser resolvidos por via judicial, à excepção dos processos de divórcio por mútuo consentimento.
Uma portaria publicada entretanto refere que no caso dos processos de jurisdição de menores o pagamento da taxa de Justiça pelo impulso processual é o correspondente a 10% do montante da taxa devida, sendo o remanescente computado no final. Este valor, segundo o MJ, será devolvido no final caso o processo não tenha encargos e custas de parte.
Segundo o juiz de Direito do Barreiro, com esta portaria cada progenitor pagará inicialmente nos processos de regulação e de alteração das responsabilidades parentais 61,20 euros pela interposição do pedido. O restante será cobrado no final, sendo o montante final devido de 612 euros para cada progenitor.
"Este Regulamento das Custas não se adequa muito bem à jurisdição de Família e Menores, na medida em que esquece as regras processuais próprias destes processos, como o impulso pelo Ministério Público e a inexistência de oposição em determinadas situações, o que vai gerar confusões desnecessárias", defende o juiz.
O novo regulamento contempla um regime de isenção de custas em caso de apoio judiciário do Estado, mas que é apenas atribuído a quem disponha de uma remuneração igual ou inferior ao salário mínimo nacional (450 euros). Mas este apoio é uma realidade que sempre existiu, riposta o juiz.
Segundo dados de 2007 do Instituto Nacional de Estatística, o rendimento médio dos portugueses é de 700 euros.
Por outro lado, adianta o juiz, o novo regulamento determina também um pagamento inicial de custas para processos de cobrança coerciva da pensão de alimentos que não ocorria anteriormente.
Segundo António José Fialho, o novo Regulamento de Custas Judiciais prevê o pagamento de uma taxa de Justiça entre 102 e 306 euros para os incidentes de incumprimento, quer do regime de visitas quer da pensão de alimentos devida às crianças. Dez por cento deste valor para o pagamento inicial pode chegar a 30 euros.
Contudo, explica, os tribunais estão a considerar um valor mínimo de 10 euros e 20 cêntimos.
Anteriormente, adianta, esta taxa de Justiça situava-se entre 100 e 200 euros e era apenas paga no final do processo pelo progenitor vencido na acção.
Agora, explica ainda o magistrado, o pai ou mãe que apresentar queixa por não estar a ser paga a pensão de alimentos devida aos filhos terá de pagar dez por cento do valor total do processo, quando no antigo diploma as custas eram todas pagas no final e exclusivamente pelo faltoso.
Fonte: http://aeiou.expresso.pt/poder-paternal-esta-mais-caro=f515637
domingo, 25 de janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
No comments...
Ex-mulher de Artur Albarran quer que a justiça alemã decida custódia das meninas. “Portugal acabou. Esse país não presta para nada. Não tem justiça”, desabafa Lisa Albarran, que, no Natal, pegou nas filhas e foi viver para a Alemanha.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Quando milhares de homens se encontram nesta situação sem serem notícia e basta UMA mulher estar nesta situação para ser capa de jornal...
a mim e tem o direito de estar
comigo. Isto vai trazerlhe
problemas psicológicos”.
Os filhos são sempre apegados afectivamente à mulher, sendo o homem desprovido de qualquer emoção e afecto. Acho que em nome da igualdade deviam fazer um artigo de primeira página com todas as caras das pessoas desta associação que sofrem por não verem os seus filhos, muitos deles há ANOS, apenas porque as mães têm um pode discricionário.
Ler mais em....
sábado, 26 de janeiro de 2008
Mais um caso de injustiça em relação ao progenitor masculino, por claro abuso de poder de uma das partes e da ineficácia total do sistema judicial
Foi à escola EB1 em Amarante
Detido por raptar o próprio filho
António Rilo
José tem radiografia do resultado de alegadas agressões da GNR
Fonte: http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=275056&idCanal=10